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Animais
Mico leao Dourado

Mico leao!! o animal como um leao

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Mico-leao-dourado

Impossivel dizer quantas espcies de plantas e animais desapareceram das florestas brasileiras sem que tenham sido conhecidas ou estudadas. Tambm no se sabe quantas espcies resistiram devastao e continuam ignoradas pela cincia, como tambm difcil prever o futuro das duzentas espcies de animais ameaadas de desaparecer das matas do Brasil.

De todos os animais brasileiros ameaados de extino, o mico-leo-dourado o que mais chama a ateno internacional. Hoje, ele o smbolo da conservao do meio ambiente no Brasil e um aliado na preservao da Mata Atlntica, que um dos mais ricos ecossistemas do mundo.


Os micos vivem em grupo com um lder Os micos-lees-dourados, que gostam de dormir nos troncos ocos das rvores, acordam com as primeiras luzes na floresta. No grupo de nove pequenos macacos localizado em Poo das Antas, h a figura costumeira do lder. Cauteloso, ele se certifica de que est tudo bem nas redondezas. Afinal, ele zela por uma famlia numerosa.
O grupo comeou a se formar quando dois machos encontraram duas fmeas e juntos ocuparam uma rea da mata. Os dois casais de micos conseguiram h alguns anos o que hoje seria difcil. Atualmente, na Reserva Biolgica de Poo das Antas no h espao para novos grupos. Ali vivem 300 micos, mais da metade do que resta da espcie na natureza.

H mais de 20 anos, quando foi estudado pela primeira vez, o mico-leo-dourado entrou para a lista dos animais ameaados de extino. No saiu mais. A regio do Poo das Antas, no norte do estado do Rio de Janeiro, o ltimo refgio dos micos-lees-dourados no planeta.

O primeiro pesquisador a estudar micos-lees na natureza foi o professor Adelmar Coimbra Filho. Sem receber nada pelo trabalho pioneiro, ele se dirigia regio sozinho ou, esporadicamente, com um ajudante. Seu equipamento de pesquisa eram lpis e papel. Levava tambm um kit de sobrevivncia, remdio para a malria, sanduches e uma espingarda.

O prof. Coimbra vasculhou toda a Baixada Fluminense procura daquele animal de brilho alaranjado que ele s tinha visto preso. Havia quase 30 anos o estudioso j sabia que o mico corria o risco de desaparecer da face da Terra. E j tinha identificado as principais causas desse risco: em primeiro lugar, a destruio da floresta; em segundo, o trfico de animais.



Professor Coimbra se tornou o "av dos micos" O professor Aldemar Coimbra Filho, primatlogo, fala:
"Como os comerciantes no Rio no sabiam que os animais viviam em grupos familiares e que tinham uma certa belicosidade uns com os outros, ento botavam tudo num caixote. Resultado: em uma semana, antes de serem vendidos, a metade estava morta".

Hoje o mico-leo protegido por lei. A caa no desapareceu mas diminuiu. O prof. Coimbra tornou-se um primatlogo respeitado em todo o mundo, apelidado de "av dos micos" e "pai da primatologia no Brasil".

Coimbra continua:

"Como os comerciantes no Rio no sabiam que os animais viviam em grupos familiares e que tinham uma certa belicosidade uns com os outros, ento botavam tudo num caixote. Resultado: em uma semana, antes de serem vendidos, a metade estava morta".

Mas foi de Washington, capital americana, que partiu a iniciativa para a preservao desses pequenos macacos, que s existem em estado selvagem no Brasil. Washington fica no nordeste dos Estados Unidos, onde o frio intenso na maior parte do ano e onde s existem macacos nos zoolgicos. O primatlogo Russel Mittermeier, atual presidente da Conservation International, era um recm-formado de 21 anos quando comeou a estudar os micos-lees.

Russel Mittermeier, presidente do Conservation International, depe:

"Nessa casa tivemos, h 21 anos, um evento histrico: o primeiro encontro sobre a preservao do mico-leo-dourado. Nessa poca s havia umas 12, 15 pessoas presentes, mas foi realmente o ponto de partida de todas as foras srias para a conservao dessa espcie to importante para o Brasil e para o mundo em geral. Os macacos do Brasil, especialmente os mais bonitos e exclusivos do pas, como o mico-leo e o muriqui, so, na minha opinio, to importantes para o Brasil como o panda para a China, o orangotango para a Indonsia, os elefantes e rinocerontes para a frica. Mas sempre temos de lembrar que no podemos conservar esses bichos sem os ecossistemas, sem o hbitat natural deles".

CONTINUACAO AO LADO

A doutora Devra Kleiman ainda no era diretora de pesquisas do zoolgico de Washington quando participou da reunio de 1972. Como especialista em comportamento, ela aceitou a misso de organizar pesquisas para tentar salvar o mico-leo-dourado. Restavam menos de 100 animais na natureza, as populaes dos zoolgicos estavam diminuindo e os cientistas no sabiam como fazer a reproduo em cativeiro.

Foi um ano de desafios para Devra. Alm do mico-leo, ela tambm foi encarregada do Projeto Panda. As duas pesquisas estavam sendo financiadas pelo Fundo Mundial para Conservao da Natureza, o WWF, uma das mais importantes organizaes do mundo na preservao da vida selvagem. Para melhorar a reproduo de pandas e micos em cativeiro, era preciso saber mais sobre o comportamento desses animais na natureza. Os cientistas tinham muitas perguntas sem respostas.

Devra Kleiman, diretora do projeto "Mico-Leo-Dourado" do Zoolgico de Washington, EUA, diz:

"A pesquisa foi orientada no sentido de encontrar maneiras de melhorar a reproduo dos animais, e dela fazia parte fazer e responder perguntas como: Qual o sistema social? Qual o sistema de acasalamento? Como eles criam os filhotes? Os filhotes precisam ficar com os pais por muito tempo? Ou possvel separ-los bem depressa? Tambm havia questes relativas nutrio, cuidados mdicos e doenas."

Cada descoberta do grupo de Washington era comunicada aos zoolgicos do mundo todo... e a populao de micos-lees comeou a crescer.

Kleiman continua:

"Quando comecei este projeto, eu no pensei em momento algum que seria possvel mandar os animais de volta ao Brasil. Apesar de o diretor do zo de Washington dizer que estvamos fazendo esses animais procriarem e que depois ns os reintroduziramos, eu absolutamente nunca acreditei que isso fosse acontecer. Quando chegamos ao ponto em que pudemos de fato comear a falar em fazer isso, eu fiquei chocada".



Olivia e Bagel participam de experincia O que foi um choque, hoje rotina. Olvia americana e tem trs anos de idade. Bagel tem cinco e alemo. Os dois nasceram em cativeiro e foram soltos na mata do zo de Washington. Esto aprendendo a sobreviver em liberdade, e dentro em pouco eles vo para o Brasil, morar em algum pedao da floresta atlntica. Novatos na mata, Olvia e Bagel no saem de perto da caixa que era para servir de abrigo, mas continua sendo o cativeiro. Comida e gua tm de ser levadas bem perto. O casamento de Olvia e Bagel foi decidido com a ajuda do computador do Centro de Pesquisas Biolgicas do zo.

H quase dez anos, o cientista John Ballou coordena uma agncia de casamentos de animais em extino. ele quem recomenda quais animais devem se reproduzir, quais devem ser transferidos para outros zos e quantos descendentes esses animais devem ter. Um exemplo Luke, que est na Inglaterra e no deve mais acasalar. Ele j tem nove filhos e muitos irmos.
O gerente de populao do Centro de Pesquisas Biolgicas do Zoolgico de Washington, John Ballou, fala:

"Se ele j tem muitos descendentes, no vamos deix-lo procriar mais porque ele j contribuiu com um nmero suficiente de genes para a populao".

A famlia de Luke to grande que ele quase casou com uma parente prxima. Foi o computador que evitou essa unio.

Ballou segue:

"A reproduo entre parentes causa problemas a qualquer espcie. Uma srie de estudos mostra que o ndice de mortalidade de filhotes de pais com algum parentesco muito mais alto do que o de filhotes de pais sem nenhum parentesco".

As geraes de micos que nasceram desses casamentos arranjados esto espalhadas pelo mundo. So 520 micos em 140 zoolgicos. Para evitar superpopulao, as fmeas at recebem anticoncepcionais.

O Projeto Mico-Leo-Dourado hoje um dos mais bem sucedidos do zo de Washington e est servindo de exemplo para outras pesquisas. Mas a cincia, que consegue reproduzir a vida em cativeiro, pouco pode fazer contra as ameaas que vm de fora.




O cervo Pere David achado s em zoolgicos
No se v mais o cavalo Przewalski em seu habitat
A caa e a devastao das matas tm feito o nmero de animais ameaados de extino crescer a cada ano. As florestas americanas, onde o lobo vermelho costumava viver, foram destrudas. Hoje menos de 200 animais resistem na natureza. Mas o cervo Pere David e o cavalo Przewalski, semelhante aos cavalos usados por Gengis Khan em suas histricas batalhas, s podem ser vistos nos zoolgicos. Eles j no existem mais no seu hbitat.

Esse pode ser o futuro dos macacos brasileiros. Das 220 espcies de macacos existentes no mundo, 70 vivem no Brasil. A maioria ameaada de extino. Na luta contra o desaparecimento dos macacos do Brasil, mais uma vez entra em cena o pesquisador Coimbra. Foi ele quem criou o Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, um dos nicos lugares no pas onde se fazem pesquisas e projetos de conservao de primatas. Representado em todo o mundo, o Centro de Primatologia, na opinio do diretor do zoolgico de Jersey, Inglaterra, uma aplice de seguro contra a extino desses animais.


Quem fala Jeremy Mallison, diretor do Jersey Preservation Trust, Inglaterra:

"O valor do Centro de Primatologia do Rio de Janeiro que ele respeitado internacionalmente. No s por ter estabelecido populaes auto-sustentveis de pequenos primatas ameaados de extino, em especial os primatas encontrados a partir do sudeste do Brasil, mas tambm por fornecer material gentico aos zoolgicos do mundo de uma espcie tipicamente brasileira, a fim de organizar outros centros de programas de reproduo".




Projeto na sede do CPRJ, que ajudou Washington O projeto brasileiro para o mico-leo comeou no CPRJ ao mesmo tempo em que os pesquisadores de Washington iniciavam seus trabalhos. S que, alm do dourado, o centro tambm tinha mico-leo-de-cara-
dourada e o mais ameaado deles: o mico-leo-preto. Sem recursos para desenvolver no Brasil o que se fazia em Washington, o CPRJ acabou apenas colaborando com o projeto americano.

Alcides Pissinatti, diretor do Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, comenta:

"Ns temos condies tcnicas de fazer o que feito nos EUA, no temos pessoal para faz-lo. Acreditamos e esperamos que as autoridades entendam que o desenvolvimento de instituies como essa pode estimular a preservao no s de primatas, mas de toda uma biodiversidade que ns temos aqui".

Nem a madrugada fria e chuvosa muda a rotina na Reserva Biolgica de Poo das Antas, o nico parque do mundo criado para garantir a preservao dos micos-lees-dourados. Cientistas e tcnicos enfrentam a mata fechada, os brejos e morros para acompanhar o cotidiano dos micos. um trabalho que pode demorar o dia inteiro, de oco a oco.

Assim que deixam o abrigo, os micos sobem at a copa das rvores para a primeira refeio do dia. Depois, partem numa longa jornada. Os micos esto sempre se movimentando no alto de rvores com at quinze metros de altura. Tudo o que eles fazem registrado por Ely Csar Teixeira, que h mais de cinco anos segue essa rotina de caador que no caa, s observa.

Na copa da rvore o mico est seguro
Quem fala Ely Csar Teixiera, observador:

"O mico se sente vontade dentro do territrio dele. A gente observa que eles tm uma grande preocupao em defender a rea, porque eles so territoriais. Eles vo sempre nas divisas das reas para ver se o grupo vizinho no est invadindo a rea deles".

Assim como Ely, outros seis observadores acompanham grupos de micos. Das anotaes deles saem informaes importantes para os cientistas, que, conhecendo a vida dos micos na natureza, podem melhorar as condies do cativeiro e avanar nas pesquisas. A parte brasileira do Projeto Mico-Leo-Dourado tambm financiada pela WWF e pelo zoolgico de Washington.

Na floresta atlntica chove bastante durante a maior parte do ano. A chuva seria uma ameaa para os micos. Como eles tm muito plo e um corpo que no passa dos 30cm, esto merc de pneumonias. Mas a umidade que faz a mata exuberante, de rvores altas com grandes copas, muitas bromlias e cips. Fica fcil encontrar abrigo e alimento.

O cardpio da floresta farto. S dentro da reserva, os micos comem mais de 40 tipos de frutas, entre elas a pixirica. Frutas so o que eles mais gostam. Mas nas refeies no faltam tambm gafanhotos, pererecas e lagartixas. Os filhotes, enquanto no se tornam independentes, precisam de ajuda para comer.

A cada ano nascem dois filhotes de uma gravidez de quatro meses. A biloga Elaine Ribeiro trocou o laboratrio pela mata para pesquisar por que as fmeas na natureza do cria apenas uma vez por ano, e no cativeiro duas.


A biloga Elaine Ribeiro diz:

"No laboratrio toda a situao controlada. Com animais silvestres existem fatores como o comportamento, a fisiologia e a disponibilidade de alimentos que esto influenciando nesse processo de reproduo".

Para fazer esse trabalho, Elaine tem em Poo das Antas uma oportunidade nica. Escolheu um grupo de micos para acompanhar e passa o dia todo observando o comportamento deles na natureza. Ela colhe fezes das fmeas para depois fazer a anlise dos hormnios.



Micos so localizados com auxlio de rdio Os micos-lees da reserva colaboram com os cientistas. Acostumados a conviver com tanta gente olhando para eles, no fogem nem alteram muito sua rotina. Encontrar os micos na mata tambm no problema. Nos 23 grupos que vivem ali, sempre h pelo menos um mico-leo com radiotransmissor pendurado no pescoo. s sintonizar a freqncia dele no receptor e seguir o sinal.
E os pesquisadores tm mais facilidades na reserva. Alm de ser uma rea protegida, todos os micos so marcados e podem ser conhecidos um a um. Foi por causa dessas facilidades que Carlos Ruiz, especialista em comportamento animal, veio de Washington para o Poo das Antas. Ele j estudou bfalos, gado e cabras selvagens. Agora est estudando a vocalizao dos micos-lees.
O especialista em comportemento animal, Carlos Ruiz, comenta:

"Os micos-lees-dourados tm perto de 30 combinaes de sons diferentes. Achamos que algumas vocalizaes so para encontros com outros grupos, outras so tpicas de filhotes quando esto sozinhos ou com fome".

Em 1990, cinqenta dias de fogo puseram em risco esse paraso cientfico. Foi um dos mais longos incndios na reserva. Dos 5 mil hectares de mata, mil e quinhentos foram destrudos. Nenhum mico foi atingido mas o susto mostrou, mais uma vez, o que representa concentrar numa mesma mata quase a metade de todos os micos-lees-dourados que vivem na natureza.



Pelo satlite v-se as reas verdes dos micos Muito tempo atrs, era possvel encontrar micos-lees-dourados espalhados pelos estados do Rio e do Espirito Santo. Hoje, eles esto confinados em quatro municpios do norte do Rio de Janeiro. Pelas imagens do satlite d para identificar as poucas ilhas de mata que restaram da rea original do mico-leo.
Foi dessas imagens que partiu o estudo da biloga Ceclia Kierulff. Ela fez um levantamento de quantos micos ainda restam fora dos limites da reserva e concluiu que eles no chegam a trezentos.

Ceclia Kierulff, biloga, comenta:

"A gente identificava as reas de mata e ia nos locais. Conversava com os moradores mais antigos, fazia entrevista. E a partir dessas entrevistas dava para saber se existia ou no mico na rea".

Fora da Reserva de Poo das Antas sobraram menos de 10 mil hectares de mata sem micos-lees. So ilhas de florestas cercadas de pastagens por todos os lados, onde eles poderiam viver. Juntas, essas pequenas florestas nas fazendas tm mais que o dobro do tamanho da reserva.

Andria Fonseca Martins e Nlson Barbosa dos Santos realizam numa dessas fazendas um trabalho de adaptao de um casal de micos-lees rumo vida livre na mata. Hoje, 10 fazendeiros participam do projeto e recebem os pequenos animais em suas terras, mas para conseguir isso foi necessrio um longo trabalho de educao ambiental.

Foi esse tipo de trabalho que conquistou Andria e Nlson. Moradores da comunidade, ele estudava para ser professor, ela para ser cozinheira. Agora Andria estuda biologia, faz estgio nos Estados Unidos e coordenadora no Brasil do programa de reintroduo dos micos-lees-dourados.

Os micos-lees que vm para c nasceram, cresceram, se uniram no cativeiro e foram escolhidos em Washington para formar uma das novas famlias que vo viver nas florestas do Brasil. a primeira vez que os eles vo experimentar a liberdade. Apesar da fartura da floresta, os micos dependem das frutas que j vm cortadas e descascadas dentro dos comedouros e da rao importada dos Estados Unidos.


Observa Nlson Barbosa dos Santos:

"Dentro do comedouro vm banana, ma picada, rao e uva. A rao bem completa e rica em vitaminas e protenas. Os comedouros tm diversos furinhos, para que os micos os associem aos buracos nos troncos de madeira. Com o tempo eles comeam a enfiar a mozinha nesses troncos, nessas cascas e vo comeando a achar insetos, pererecas, gafanhotos e grilos."

Inseguros, os micos-lees demoram para sair da caixa e a reconhecer o novo territrio. Andria e os outros observadores vo acompanhar, cuidar e defender esses micos todos os dias, durante dois ou trs anos, at que eles aprendam a sobreviver sozinhos. por isso que todos os animais reintroduzidos usam rdio. O risco de eles se perderem grande. E o que pior: o mico-leo no tem agilidade para fugir e nem conhece seus predadores naturais: as cobras, as onas e os gavies.

Andria Fonseca Martins, tambm observadora comenta:

"Uma vez vi uma jaguatirica pegando um mico. Nesse caso ns interferimos, porque os micos daqui so todos de zoolgico. Como ns estamos ensinando-os a sobreviver, ento podemos interferir."

Desde que comearam as reintrodues, em 1984, foram soltos quase 50 micos-lees de cativeiro nas fazendas da regio. Eles se reproduziram, os filhotes deles tambm, e hoje j so 120 micos-lees-dourados vivendo livres em reas de onde eles tinham desaparecido. A maioria desses micos j pode ser considerada silvestre. E por causa deles, mais de dois mil hectares de Mata Atlntica esto sendo preservados.


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